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10/10/2005

A Leishmaniose está controlada, segundo autoridades locais.

A Leishmaniose está controlada, segundo autoridades locais.

O surto de Leishmaniose viceral em Pirenópolis, segundo autoridades do departamento de saúde do município, está controlada. A Doença é causada pelo protozoário Leishmania L. chagasi que se aloja no baço, fígado e medula e é transmitida ao homem através de um mosquito, conhecido como mosquito-pólvora ou mosquito-palha. Considerada como zoonose por ser transmitida transmissível, através do mosquito, do cachorro para o homem, e vice-versa.

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Em Pirenópolis, houve duas mortes em quatro casos. As mortes foram de crianças, de 3 meses e de 4 anos, que são mais vulneráveis a doença. Na amostragem feita em cachorros, dos 150 capturados, 30 estavam infectados e foram sacrificados.

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A doença é preferencialmente silvestre, pois é as matas o habitat natural do mosquito. mas também já é encontrada nas cidades. Os sintomas são febre, aumento do baço e do fígado, náuseas, vômito, dor de cabeça e anemia. Na maioria dos casos, a leishmaniose tem cura. O SUS faz o tratamento e distribui gratuitamente o medicamento. Já foram identificados, em anos passados, casos de leishmaniose em Pirenópolis. É presente em todo território nacional, sempre com poucas ocorrências. Os casos de Pirenópolis chamaram a atenção por sua proporcionalidade, 2 mortes em uma população de quase 15.000 hab, e pela quantidade de cachorros infectados. Porém, não foi considerado como uma epidemia e a chance de se contrair a doença ainda é baixa.

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Para os visitantes que estiverem com medo do contágio, nada como um repelente na hora dos borrachudos para que não corra nenhum risco.

Matéria publicada em 10/10/2005 às 21h46min.